sexta-feira, 25 de junho de 2010

Europa desconfia da H1N1: foi exagerada a reação da OMS?


O Conselho da Europa (CE), composto por 47 países está desconfiando da reação exagerada da Organização Mundial da Saúde (OMS) em relação à ex-gripe suína, e agora simplesmente Influenza H1N1. Os parlamentares desconfiam que interesses corporativos tenham ajudado a aumentar o perigo e garantir lucros para os que ganham com a crise. É o que Naomi Klein chama de Capistalismo da Crise. E no Brasil, que compramos milhões de doses, como ficamos? Confira um nota que saiu na Agence France Press (JL):

O Conselho da Europa pediu nesta quinta-feira uma investigação sobre a maneira em que a Organização Mundial de Saúde lidou com do surto da gripe suína H1N1, que segundo o CE disse que exgaerou no perigo, espalhou medo classiifica como um desperdício de dinheiro público. A Assembleia Parlamentar do Conselho identificou "falhas graves" da OMS em relação à transparência de sua posição sobre a gripe ", gerando desconfiança de possível influência da indústria farmacêutica sobre as decisões tomadas", disse um comunicado.
A sessão aprovou um texto que diz que havia "provas irrefutáveis de que a gravidade da pandemia foi superestimada pela OMS". Paul Flynn, autor britânico de um relatório aprovado pela Assembléia, disse que a declaração da OMS de 11 de junho de 2009 de uma pandemia de H1N1 tinha permitido a indústria farmacêutica colher grandes lucros.
A forma como a pandemia foi tratada pela OMS, grupos de saúde da União Européia e os governos levaram ao "desperdício de grandes somas de dinheiro público, e sustos injustificados e medos sobre os riscos de saúde enfrentados pelos cidadãos europeus", disse o comunicado. O texto aprovado pela assembleia, reunida na cidade francesa de Estrasburgo, pediu uma investigação, que teria levado em conta "uma vasta gama de conhecimentos e opiniões", incluindo pontos de vista contrários.
Também exigiu "as declarações de interesses dos especialistas envolvidos sejam tornados públicos, sem exceção."
A resolução lamenta que o corpo de saúde do mundo não tenha revisto sua posição sobre o surto, "apesar das provas irrefutáveis de que a gravidade da pandemia foi muito superestimada pela OMS, desde o início." A OMS disse que meados de Junho, o vírus da gripe H1N1 causou a morte confirmada de 18.156 pessoas desde que o alerta de pandemia no ano anterior. A Organização rejeita acusações de que seu compoirtamento em relação à pandemia tenha sido marcada por interesses comerciais.

Confira a fonte ou aqui no site do CE

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