sábado, 15 de dezembro de 2012

Notas sobre o IV Fórum deUfologia em Foz do Iguaçu II



Na abertura do evento, um coronel da Força Aérea do Brasil veio representar o comandante da FAB e trazer a mensagem de que a FAB já liberou os documentos que possuía sobre o assunto. Falou ligeiramente sobre a política da FAB quanto ao avistamento de objetos voadores não identificados. Os pilotos de aeronaves são instruídos a prestarem informação em formulário aprovado que são levadas às autoridades competentes e logo desclassificados (liberados) e encaminhados ao Arquivo Público Nacional  em Brasília. Os ufologistas estão contentes com o gesto da Força Aérea Brasileira embora senti que muita gente acha que o que foi liberado foi escolhido a dedo. 

Mas, como escutei o organizador do evento A. Gevaerd afirmar, o exemplo da Força Aérea devera ser seguido pela Marinha do Brasil e o Exército Brasileiro.

Capitão João M. Romariz
Marco Antonio Petit fez uma ótima apresentação. Ele é coeditor da revista UFO e tem muita experiência no assunto além de ter publicados muitos livros e feito conferências. Falando sobre a necessidade de abertura de arquivos, Petit lembrou o caso do capitão-de-mar-e-guerra, João Maria Romariz que, que no comando de um navio da Marinha que patrulhava a região do Pantanal entre Corumbá e Porto Murtinho e teve o acompanhamento de uma nave. Isso aconteceu em 1962. A Marinha nega embora o oficial tenha falado disso abertamente.


Marco Antonio Petit mostrou muitos documentos e fotos liberados pela NASA onde aparecem negativas, informações incompletas ou distorcidas a propósito. “A NASA nega mas é como se quisesse que a gente descubra que eles estão mentindo”, destacou. Em outro slide apresentado, ele citou um oficial de alto escalão dizendo: “Recebi ordem para destruir as fotos mais críticas que demonstravam a existência de ruínas e tecnologia extraterrestre na Lua”. Nas fotos apresentadas, muitas mostravam sinais da presença de tecnologia na Lua e em Marte e em algumas fotos liberadas pela NASA aparecem “faixas” pretas para ocultar algum detalhe. Tudo isso leva à palestra de Stephen Basset de Los Angeles, Califórnia.

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