domingo, 27 de julho de 2014

Sabe quem está morrendo? O Mar Morto

But over the past 50 years, increasing numbers of people and industries have been drawn to the Dead Sea’s environs. Even more of a problem, the combined population of Jordan, Israel, and the Palestinian territories has nearly quadrupled from some 5.3 million to more than 20 million. These countries—plus Syria and Lebanon—have tapped the Jordan River and its tributaries, and the Dead Sea has paid the price. A few generations ago, more than 343 billion gallons of fresh water rushed from the Kinneret (also known as the Sea of Galilee) through the Jordan into the Dead Sea; today, fewer than 26.4 billion gallons trickle in.

Israel’s largest water project, the National Water Carrier, diverts water from the Kinneret that would have fed the Dead Sea to supply the center and the southwest of the country. Jordan, through its King Abdullah Canal, reroutes more than 90 percent of its share of the Jordan River to farmland, taps, and bathrooms. Then there’s Syria, which siphons off water from the Jordan’s northern tributary, the Yarmuk River. At the same time, the Israel Chemicals Company and the Jordanian Arab Potash Company located on the southern rim of the Dead Sea pump out giant amounts of water to fill the evaporation pools needed to extract minerals, primarily potash and magnesium. This alone, experts say, is responsible for about 30 to 40 percent of the decrease in water levels. (Read whole text at The Slate Magazine. See also this HaAretz article on the 50th Aniversary of the The National Water Carrier) 

Tradução do texto acima: 

Ao longo dos últimos 50 anos, um número crescente de pessoas e indústrias foram atraídas para os arredores do Mar Morto. A  população combinada da Jordânia, Israel e os territórios palestinos quase quadruplicou saltando de  cerca de 5,3 milhões para mais de 20 milhões. Estes países e ainda  Síria e Líbano  têm tirado água do rio Jordão e seus afluentes. O Mar Morto pagou o preço.  Há algumas gerações atrás, mais de 343 bilhões de galões de água doce fluíam do Mar da Galileia (Kinneret) através do Jordão, para o Mar Morto. Hoje a vazão está na casa dos 26,4 bilhões de galões. 

O maior projeto de água de Israel, o Sistema Nacional de Águas, desvia a água do Mar da Galiléia que de outra maneira iria para o Mar Morto para abastecer o centro e do sudoeste do país. A Jordânia, por meio do Canal Rei Abdullah Canal redireciona mais de 90 por cento da sua quota-parte do Rio Jordão para terra, torneiras e banheiros. Já a Síria desvia a água do Rio Yarmuk, afluente do norte da Jordânia. Ao mesmo tempo, as empresas  Israel Chemicals Company e a jordaniana Arab Potash Company localizada na margem sul do Mar Morto bombeam quantidades gigantescas de água para encher as piscinas de evaporação necessários para extrair minerais, principalmente potássio e magnésio. Isso por si só, dizem os especialistas, é responsável por cerca de 30 a 40 por cento da diminuição dos níveis de água. (links no texto em inglês)

Salvemos o nosso mar (Aqui)

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